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Programa de Colheita de Plasma Convalescente

Programa de Colheita de Plasma Convalescente O IPST,IP pede a todos os dadores de sangue do grupo sanguíneo A que tenham recuperado da COVID-19 até ao prazo máximo de 60 dias, para se inscreverem para a dádiva de plasma convalescente. Este tipo de dádiva é necessário já e pode salvar vidas. Pode inscrever-se clicando neste link: http://www.ipst.pt/index.php/pt/programa-de-colheita-de-plasma-convalescente Pode pedir mais informação através do e-mail: dou.plasmaconvalescente@ipst.min-saude.pt Por favor, partilhe esta mensagem junto dos seus familiares e amigos Medicamentos derivados do plasma e plasma para transfusão tratado por solvente detergente, de origem nacional, disponíveis em 2021 no IPST para fornecer aos serviços hospitalares No final de 2020, foram entregues ao IPST os medicamentos derivados do plasma, correspondentes aos de maior utilização terapêutica, a nível nacional, resultantes do 2º procedimento concursal  de fracionamento de plasma,  lançado por este Instituto no 1º semestre de 2020, em pleno confinamento. Os medicamentos derivados do plasma entregues em dezembro ao IPST totalizam 39.715 embalagens de albumina humana, na apresentação de 200 g/l, Sol Inj Fr 50 ml IV; 6.396 embalagens de imunoglobulina humana normal, na apresentação de 100 mg/ml, sol. inj. Fr. 100 ml IV   e  3.116 embalagens de Factor VIII da coagulação, na apresentação de 1000 U.I. Pó Sol Inj Fr; que correspondem na sua forma de apresentação e dosagem, aos mais consumidos pelos serviços hospitalares. Trata-se de medicamentos obtidos a partir do fracionamento de 15.000 litros de plasma resultantes de  colheitas de sangue benévolas efectuadas pelo IPST, pelo Centro Hospitalar e Universitário de S. João e Centro Hospitalar e Universitário do Porto  e que são fruto da  generosidade e do altruísmo de cidadãos residentes em Portugal. Este procedimento concursal  deu  continuidade  ao Programa Estratégico de Fracionamento do Plasma, que teve o seu início com um concurso de fracionamento de 30.000 litros de plasma de colheitas de sangue apenas do IPST, e que na sua 2.ª fase  agrega ao plasma do IPST o dos serviços de sangue hospitalares, constituindo-se estes como contributo imprescindível, enquanto fornecedores de plasma fresco congelado (PFC), para  alcançar o  objetivo da redução  da dependência externa e a concomitante crescente suficiência nacional  em alguns derivados do plasma. Em razão das condições técnicas e de logística necessárias por parte dos  serviços hospitalares e do seu envolvimento progressivo, o IPST planeou uma atuação concertada em 2 momentos temporais distintos: Em 2020 o lançamento, tramitação e conclusão do concurso apresentado supra. De 2020 a 2022, abertura, tramitação e conclusão de um concurso público internacional para  obtenção de medicamentos derivados do plasma, que correspondam aos de maior consumo nacional, a partir do fracionamento de 60.000 litros de plasma provenientes dos 3 Centros Regionais de Sangue  do IPST e das seguintes entidades hospitalares: Centro Hospitalar do Porto, EPE Centro Hospitalar de São João, EPE Instituto Português do Oncologia do Porto Dr. Francisco Gentil, EPE Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho, EPE Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra, EPE Centro Hospitalar do Médio Tejo, EPE Instituto Português do Oncologia de Lisboa Francisco Gentil, EPE ULS  Alto Minho, EPE Centro Hospitalar e Universitário  do Algarve, EPE Hospital Espírito Santo de Évora, EPE Hospital Garcia de Orta, EPE Acresce referir que para além da entrega dos medicamentos derivados do plasma identificados acima, o IPST também recebeu no final de 2020, para disponibilizar aos serviços hospitalares,  plasma para transfusão submetido a tratamento de solvente/detergente (Octaplas), produzido a partir do plasma de origem nacional resultante da colheita de sangue do IPST, do CHUSJ e do CHUP. Foram entregues  10.071 embalagens dos grupos sanguíneos 0 e A, correspondendo a 3 dos 18 lotes adjudicados, sendo que os restantes lotes, compreendendo cerda de 45.000 embalagens de Octaplas, serão entregues ao IPST ao longo do corrente ano.
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ISENÇÃO DAS TAXAS MODERADORAS aos DADORES DE SANGUE

ISENÇÃO DAS TAXAS MODERADORAS aos DADORES DE SANGUE - NÃO HÁ APROVEITAMENTO TOTAL DO SANGUE EM PORTUGALEx.º Senhores, Estando em tempo de pandemia - mas a restante actividade hospitalar não pára. As reservas de sangue estão a diminuir, pelo que é nossa obrigação lutar todos os dias em conjunto com as Associações/Grupos e Núcleos de Dadores de Sangue para conseguir as 1000 unidades de sangue. Longe do nosso pensamento estava que no actual contexto ouve-se disponibilidade e tempo para assuntos que nada dignificam as Associações/Grupos e Núcleos e Dadores de Sangue, assim vimos por este meio informar vossas Ex.ª do seguinte: É do conhecimento geral que a ISENÇÃO DAS TAXAS MODERADORAS aos DADORES DE SANGUE são um sinal claro e positivo do governo de reconhecer este tão dignificante gesto (dar sangue), não podemos aceitar e ficar calados ao ter conhecimento que nos últimos dias a FAS- Portugal ( Federação de Associações de Sangue ) fez contactos na Assembleia da República no sentido de comunicarem que não concordam com a ISENÇÃO DAS TAXAS MODERADORAS aos DADORES DE SANGUE por se tratar de um pagamento. Todos sabemos que foi em 1982 aquando da criação da FEPODABES única Federação de Dadores Benévolos de Sangue que terminou a dádiva remunerada e se lutou para se conquistar vários reconhecimentos tais como o direito da isenção da taxas moderadoras , quem não se lembra da queda de dádivas e de dadores em 2011, 2012 ,2013 e 2014. Após trabalho das Associação e da FEPODABES conseguimos em 2015 restabelecer o mesmo reconhecimento, o qual continuamos disponíveis para lutar pela sua manutenção, que fique bem claro SOMOS A FAVOR da ISENÇÃO DAS TAXAS MODERADORAS aos DADORES DE SANGUE. Outro assunto que nos deixa preocupados foi também a FAS- Portugal que nos mesmo contactos atrás referidos, ter anunciado que NÃO HÁ APROVEITAMENTO TOTAL DO SANGUE EM PORTUGAL , como sabemos neste actual momento ( 2018,2019 e 2020) é uma pura mentira , em finais de 2019 chegaram a Portugal os primeiros medicamento com o plasma dos dadores de sangue Portugueses e em meados de Dezembro de 2020 iram chegar novamente nova remessa de medicamento de derivados do nosso plasma . Portugal não é auto-suficiente em Plasma como sabem. Após estas informações a FEPODABES – Federação Portuguesa de Dadores Benévolos de Sangue, está já no terreno para desmontar todos estas informações prestadas pela FAS, assim também estamos disponíveis para caso vossa Ex.ª entender ter mais informações sobre este assuntos ,pedimos a vossa melhor atenção para noticias que possam circular nos próximos dias sobre este assunto . A FEPODABES continuará a estar na linha da frente no que toca a promover e dinamizar a dádiva benévola de sangue e ao lado dos dadores de sangue na conquista de reconhecimentos do gesto que praticam, continuaremos a estar junto das Associações /Grupos e Núcleos de Dadores de Sangue que dignifiquem o DADOR de SANGUE. Com os melhores cumprimentos,O Presidente da Direcção da FEPOABES Alberto Manuel Gonçalves Mota
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Dadivas de janeiro 2021

Informamos que no mês de janeiro de 2021, o número de dádivas foi 36,1% superior ao período homólogo de 2020, antes da pandemia, tendo sido realizadas 17 406 dádivas de sangue Reservas de sangue 2020 2021 Δ 2021 - 2020 Janeiro 12788 17406 + 36,1 % (+ 4618 dádivas) A FEPODABES agradece a todos os que marcaram presença e a todos aqueles que deram sangue; às, Associações e Grupos de Dadores de Sangue pelo seu inestimável contributo na promoção da dádiva e na organização de Sessões de Colheita; e aos profissionais de saúde, pelo seu empenho, dedicação e a competência em condições particularmente difíceis. No entanto informa que a situação é neste momento muito confortável e relembra que os componentes sanguíneos têm um tempo limitado de armazenamento; os dadores de sangue, sendo homens só podem realizar a sua dádiva de 3 em 3 meses e sendo mulheres de 4 em 4 meses e que desconhece-se a evolução da pandemia. Assim, esta mobilização foi essencial para estabilizar as reservas de componentes sanguíneos nesta fase, mas a afluência maciça gerou também situações de esperas longas e desconforto. Por isso, a FEPODABES reitera o apelo a todos os dadores para que, dentro das suas possibilidades, procurem os serviços de colheita de sangue de forma regular e faseada ao longo do tempo, uma vez que só assim será possível continuar a garantir: as condições de distanciamento social, um melhor atendimento ao dador e a distribuição constante e regular de unidades de sangue aos hospitais.
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Discriminação dos dadores de sangue em função da orientação sexual

Caros Dirigentes Associativos e Dadores de Sangue , O Parlamento Nacional aprovou esta sexta-feira por unanimidade a proibição da discriminação dos dadores de sangue em função da orientação sexual, numa votação sem surpresas do consenso manifestado no debate de quarta-feira.Os diplomas seguem agora para discussão e aprovação em especialidade, na comissão dos Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, ficando depois a faltar a votação final global.A FEPODABES – Federação Portuguesa de Dadores Benévolos de Sangue desde da primeira hora sempre afirmou que na dádiva de Sangue não há lugar para discriminação.Aplaudimos mais uma vez o trabalho digno e responsável da DSG e do IPST aquando da publicação da Circular Informativa Nº. 001/CI/2021 - “Norma nº. 009/2016, de 19/09 - Selecção de Pessoas Candidatas à Dádiva de Sangue com Base na Avaliação de Risco Individual – atualizada a 19/03/2021”,Temos a registar que Portugal foi dos primeiros pais da Europa a alterar a norma de Selecção de Pessoas Candidatas à Dádiva de Sangue com Base na Avaliação de Risco Individual.FEPODABES esteve e está disponível para levar a efeito qualquer campanha de sensibilização e de incentivo à dádiva de sangue por parte de jovens e ao esclarecimento da população sobre a importância de doar sangue e dos critérios de elegibilidade.Temos a certeza que estas alterações e outras que estão a ser trabalhadas possam e tenham um resultado muito positivo e real. A dádiva de sangue é uma causa de todos nós, graças a este gesto solidário, são salvas diariamente muitas vidas nos Hospitais portugueses.O Presidente da Direcção da FEPODABES
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Seguro do Dador de Sangue: conheça as condições

Além de uma indemnização no caso de danos ou de complicações para a saúde, este seguro prevê a cobertura de acidentes que o dador possa sofrer no percurso até ao centro de recolha. O seguro do dador de sangue é para dadores e candidatos a dadores de sangue. Cobre as complicações de saúde relacionadas com a dádiva de sangue, mesmo que não sejam da responsabilidade dos serviços de sangue. Prevê ainda a cobertura dos acidentes ocorridos no local da colheita e no trajeto de ida e de regresso. Aplicar-se-á, por exemplo, quando um dador é convocado pelos serviços para repor stocks. A convocatória terá de ser igualmente efetuada por um serviço com competência atribuída para o efeito. Excluem-se, assim, os convites que anunciam uma ação de colheita. Coberturas e exclusões É abrangido por este seguro quem doe de forma voluntária parte do seu sangue para fins terapêuticos, depois de aceite clinicamente, e aqueles que se apresentem num local de colheita e declare que querem doar sangue. A contratação do seguro cabe às entidades que gerem a dádiva e a colheita de sangue. O seguro obrigatório do dador de sangue inclui: • seguro de responsabilidade civil, com capital seguro mínimo de 200 mil euros por anuidade, independentemente do número de ocorrências e do número de lesados envolvidos; • seguro de acidentes pessoais. Em caso de morte ou invalidez permanente, prevê uma indemnização correspondente a 100 vezes a remuneração mínima mensal (€ 50 500, em 2015). Inclui o pagamento de despesas de tratamento até € 10 100 (em 2015) e a atribuição de um subsídio diário por incapacidade temporária até um máximo de 12 meses. O dador deve ter presente que nem todas as situações estão cobertas pelo seguro. De fora, ficam, entre outros, os danos decorrentes da prestação de informações falsas pelo lesado aos serviços de sangue. Também estão excluídos os danos garantidos por outro seguro obrigatório. Por exemplo, o de acidentes de trabalho ou de responsabilidade civil automóvel. O seguro obrigatório do dador de sangue pode prever uma franquia, mas isso não afeta em nada os dadores, que serão sempre indemnizados na íntegra. Como ativar o seguro? Se o acidente ocorrer no local da colheita, o dador de sangue deverá contactar a instituição de recolha de sangue e é esta que irá efetuar a participação à seguradora e dar início ao processo de regularização do sinistro. Em caso de acidente no trajeto do ou para o local de colheita, deve informar a instituição no prazo máximo de 48 horas após a sua ocorrência. Se a pessoa ficar impossibilitada de o fazer, tem de comunicar logo que cesse a causa que determinou essa impossibilidade.