Notícia / Como Organizar uma sessão de colheita
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Como Organizar uma sessão de colheita

2026, Jul 25
Federação
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Contacte a FEPODABES – Federação Portuguesa de Dadores Benévolos de Sangue. Este contacto pode ser feito por telefone 910696032  ou email direcao@fepodabes.pt. Envie o nome da sua instituição, contactos e número de candidatos à dádiva e outras informações que considere relevantes para a realização da Sessão de Colheita, como por exemplo data e horário pretendido.

Será posteriormente contactado pela FEPODABES, que o informará das condições de viabilização da ação. Caso haja uma resposta positiva de ambas as partes, será marcada uma visita às vossas instalações com um profissional da Promoção da Dádiva.

Nesta reunião, será acordado a data, horário e ainda avaliadas as condições de espaço. Durante este encontro será, também, articulada toda a logística, bem como a estratégia de divulgação junto dos potenciais dadores.

 

Condições para organizar uma colheita conjunta

Dádiva de Sangue / inscrição CEDACE

 

Para esta ser possível é necessário um espaço funcional e possuir as seguintes características:

·        Visível e de fácil acesso aos dadores;

·        Arejado, amplo e bem iluminado (40m2);

·        Possibilidade de diferentes valências para inscrição, triagem, zona de colheita e ainda um espaço reservada à pequena refeição pós-dádiva. A triagem clínica requer um espaço independente, junto ao local de colheita (condição preferencial);

Inscrição de Dadores: existência de 2 mesas, 4 cadeiras e tomada elétrica para computadores portáteis;

Triagem Clínica: existência de 1 mesa, 2 cadeiras e tomada elétrica para computadores portáteis. O local definido tem que garantir a privacidade da entrevista. Pode-se recorrer a biombos.

Colheita de Sangue: existência de 2 mesas, 2 cadeiras e tomada elátrica para computadores portáteis. É importante que o chão seja lavável. Esta é a fase da Sessão de Colheita que requer mais espaço.

Pequena Refeição: 2 mesas, 4 a 6 cadeiras e tomada de corrente elétrica.

·        Chão lavável (condição preferencial);

·        Vários pontos de luz;

·        Instalações sanitárias próximas;

·        Disponibilidade de mesas e cadeiras.

A dimensão do espaço, bem como o número de mesas e cadeiras, pode variar de acordo com a previsão de candidatos à dádiva. Caso não disponha de espaço físico o Centro de Sangue e da Transplantação disponibiliza uma Unidade Móvel.

 

Requisitos para colocação de Unidade Móvel

Quando se verificar inviável a organização de uma Sessão de Colheita em espaço físico cedido pela instituição organizadora, ou, se considere mais benéfico dispor de uma Unidade Móvel, poderá optar-se pela organização de uma Sessão de Colheita em espaço público com recurso a Unidade Móvel

 

Características da Unidade Móvel

·        10.70m | 3.30m | 2.55m

·        Peso 18 t (peso bruto)

Requisitos do local de estacionamento:

·        Espaço (dimensão da viatura)

·        Pavimento (peso)

·        Acessibilidade (manobras)

·        Instalações sanitárias próximas

·        Estacionamento lado direito/portas

·        Visibilidade

·        Acesso a corrente elétrica (a menos 80m)

·        Exposição solar (Verão)

 

Os potenciais dadores deverão, sempre, dirigir-se ao local da inscrição devidamente identificados e cumprir os seguintes requisitos:

  • Dádiva de Sangue

·        Idade compreendida entre os 18 e 65 anos (as pessoas candidatas com 17 anos podem fazê-lo mediante consentimento dos pais/e ou em caso de emancipação por casamento de acordo com o estabelecido na lei);

·        Ter hábitos de vida saudáveis;

·        Ter peso igual ou superior a 50kg;

·        Não estar em jejum nem no período da digestão;

·        Não ter recebido transfuões de sangue desde 1980.

 

  • Inscrições do CEDACE

·        Idade compreendida entre os 18 e os 35 anos;

·        Peso igual ou superior a 50kg, e altura igual ou superior a 1,50m;

·        Não estar em jejum;

·        Não ter recebido transfusões de sangue desde 1980;

·        Não ser portador de doenças crónicas ou auto-imunes.

 

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CAMPANHA DE VERÃO 2026

O verão é tempo de férias, de praia, de montanha e de convívio com a família e os amigos. Mas é também uma época em que as reservas de sangue diminuem significativamente, colocando em risco a capacidade de resposta dos hospitais e dos profissionais de saúde.Perante esta realidade, a FEPODABES – Federação Portuguesa de Dadores Benévolos de Sangue – lança a sua campanha de verão para sensibilizar a população para a importância da dádiva regular de sangue.Durante os meses de verão, verifica-se uma redução do número de dadores, uma vez que muitas pessoas se encontram ausentes dos seus locais habituais de residência ou não comparecem nos postos de colheita. Como consequência, as reservas de sangue descem para níveis preocupantes.Todos os dias são necessárias cerca de 1.000 a 1.100 unidades de sangue para responder às necessidades dos hospitais e dos doentes. As reservas divulgadas recentemente pelo Instituto Português do Sangue e da Transplantação (IPST) revelam níveis abaixo do desejável para garantir uma resposta adequada às necessidades do sistema de saúdeO responsável acrescenta ainda que, em vários hospitais, as reservas se encontram muito próximas dos limites mínimos de segurança, o que pode dificultar a realização de transfusões, cirurgias e tratamentos indispensáveis para milhares de doentes.Nos últimos anos tem-se registado uma diminuição das dádivas de sangue, situação que representa um desafio crescente para os serviços de saúde. Garantir reservas adequadas é uma responsabilidade coletiva e um gesto simples que pode salvar vidas.A dádiva de sangue é um gesto simples, seguro e solidário. Neste verão, antes de partir de férias ou durante o seu período de descanso, reserve alguns minutos para doar sangueTodos somos necessários. Todos podemos ajudar. Todos podemos salvar vidas.Neste verão, cuide de quem mais precisa. Dê sangue 
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NOTA DE ESCLARECIMENTO

A FEPODABES – Federação Portuguesa de Dadores Benévolos de Sangue vem, por este meio, informar todas as suas associações federadas sobre os desenvolvimentos mais recentes relacionados com a realização de colheitas de sangue e as dificuldades atualmente sentidas ao nível dos recursos humanos do Instituto Português do Sangue e da Transplantação, I.P. (IPST, I.P.).Atendendo aos vários cancelamentos de colheitas de sangue que se têm verificado em diferentes pontos do país, a FEPODABES entendeu apresentar ao Ministério da Saúde e ao IPST, I.P. uma proposta de colaboração que permita, a curto prazo, minimizar o impacto destas situações na disponibilidade de sangue para os doentes.Entre as medidas sugeridas, foi equacionada a possibilidade de, relativamente ao profissional afeto à zona da pequena refeição dos dadores, ser implementado, nos postos fixos dos Centros de Sangue e da Transplantação e em alguns postos avançados, um sistema de self-service. Em alternativa, poderia ser solicitado o apoio de elementos das Associações de Dadores de Sangue para colaborar nesse acompanhamento, sempre sob orientação e enquadramento do IPST, I.P.Na sequência desta proposta, o IPST, I.P. solicitou uma reunião de trabalho com as duas federações nacionais de dadores de sangue, tendo inclusivamente manifestado a intenção de envolver quatro ou cinco associações de cada federação num eventual projeto-piloto de colaboração.Contudo, após essa reunião, verificamos que subsistem algumas dúvidas e interpretações incorretas relativamente à posição da FEPODABES. Nos últimos dias temos sido abordados por diversas entidades e dirigentes que questionam se esta proposta representa uma posição contra os profissionais do Instituto Português do Sangue e da Transplantação, I.P.A este respeito, queremos afirmar de forma clara e inequívoca que a FEPODABES reconhece e valoriza o trabalho desenvolvido pelos profissionais do IPST, I.P., cuja dedicação tem sido fundamental para o funcionamento do sistema nacional de sangue.Consideramos igualmente que as atuais dificuldades de recursos humanos existentes no IPST, I.P. devem ser resolvidas através do reforço dos seus quadros de pessoal, da valorização dos seus trabalhadores e da contratação de novos profissionais. Esta tem sido, aliás, uma posição que a FEPODABES tem defendido de forma consistente ao longo dos últimos anos junto do Ministério da Saúde, da Assembleia da República e das demais entidades competentes.Lamentamos que alguns responsáveis do movimento associativo não tenham aproveitado as oportunidades que tiveram para defender estas reivindicações estruturais junto dos decisores políticos, optando antes por concentrar as suas intervenções noutras matérias, nomeadamente na solicitação de apoios financeiros.Queremos igualmente esclarecer que não defendemos, nem consideramos aceitável, a substituição permanente de profissionais por voluntários. Essa não é, nem nunca foi, a posição da FEPODABES. No entanto, perante a situação excecional atualmente vivida e tendo como principal preocupação evitar o cancelamento de colheitas de sangue e garantir o abastecimento de componentes sanguíneos aos doentes, entendemos que soluções transitórias e devidamente enquadradas poderão ser ponderadas enquanto não forem implementadas medidas estruturais de reforço dos recursos humanos.Esperamos que este esclarecimento contribua para uma correta compreensão da posição da FEPODABES e para um debate sério, construtivo e responsável, sempre centrado no interesse dos dadores, dos doentes e do Serviço Nacional de Saúde.Com os melhores cumprimentos,A Direção da FEPODABES – Federação Portuguesa de Dadores Benévolos de Sangue