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CAMPANHA DE VERÃO 2026

2026, Jul 16
Federação
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O verão é tempo de férias, de praia, de montanha e de convívio com a família e os amigos. Mas é também uma época em que as reservas de sangue diminuem significativamente, colocando em risco a capacidade de resposta dos hospitais e dos profissionais de saúde.

Perante esta realidade, a FEPODABES – Federação Portuguesa de Dadores Benévolos de Sangue – lança a sua campanha de verão para sensibilizar a população para a importância da dádiva regular de sangue.

Durante os meses de verão, verifica-se uma redução do número de dadores, uma vez que muitas pessoas se encontram ausentes dos seus locais habituais de residência ou não comparecem nos postos de colheita. Como consequência, as reservas de sangue descem para níveis preocupantes.

Todos os dias são necessárias cerca de 1.000 a 1.100 unidades de sangue para responder às necessidades dos hospitais e dos doentes. As reservas divulgadas recentemente pelo Instituto Português do Sangue e da Transplantação (IPST) revelam níveis abaixo do desejável para garantir uma resposta adequada às necessidades do sistema de saúde

O responsável acrescenta ainda que, em vários hospitais, as reservas se encontram muito próximas dos limites mínimos de segurança, o que pode dificultar a realização de transfusões, cirurgias e tratamentos indispensáveis para milhares de doentes.

Nos últimos anos tem-se registado uma diminuição das dádivas de sangue, situação que representa um desafio crescente para os serviços de saúde. Garantir reservas adequadas é uma responsabilidade coletiva e um gesto simples que pode salvar vidas.

A dádiva de sangue é um gesto simples, seguro e solidário. Neste verão, antes de partir de férias ou durante o seu período de descanso, reserve alguns minutos para doar sangue

Todos somos necessários. Todos podemos ajudar. Todos podemos salvar vidas.

Neste verão, cuide de quem mais precisa. Dê sangue

 

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CAMPANHA DE VERÃO 2026

O verão é tempo de férias, de praia, de montanha e de convívio com a família e os amigos. Mas é também uma época em que as reservas de sangue diminuem significativamente, colocando em risco a capacidade de resposta dos hospitais e dos profissionais de saúde.Perante esta realidade, a FEPODABES – Federação Portuguesa de Dadores Benévolos de Sangue – lança a sua campanha de verão para sensibilizar a população para a importância da dádiva regular de sangue.Durante os meses de verão, verifica-se uma redução do número de dadores, uma vez que muitas pessoas se encontram ausentes dos seus locais habituais de residência ou não comparecem nos postos de colheita. Como consequência, as reservas de sangue descem para níveis preocupantes.Todos os dias são necessárias cerca de 1.000 a 1.100 unidades de sangue para responder às necessidades dos hospitais e dos doentes. As reservas divulgadas recentemente pelo Instituto Português do Sangue e da Transplantação (IPST) revelam níveis abaixo do desejável para garantir uma resposta adequada às necessidades do sistema de saúdeO responsável acrescenta ainda que, em vários hospitais, as reservas se encontram muito próximas dos limites mínimos de segurança, o que pode dificultar a realização de transfusões, cirurgias e tratamentos indispensáveis para milhares de doentes.Nos últimos anos tem-se registado uma diminuição das dádivas de sangue, situação que representa um desafio crescente para os serviços de saúde. Garantir reservas adequadas é uma responsabilidade coletiva e um gesto simples que pode salvar vidas.A dádiva de sangue é um gesto simples, seguro e solidário. Neste verão, antes de partir de férias ou durante o seu período de descanso, reserve alguns minutos para doar sangueTodos somos necessários. Todos podemos ajudar. Todos podemos salvar vidas.Neste verão, cuide de quem mais precisa. Dê sangue 
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NOTA DE ESCLARECIMENTO

A FEPODABES – Federação Portuguesa de Dadores Benévolos de Sangue vem, por este meio, informar todas as suas associações federadas sobre os desenvolvimentos mais recentes relacionados com a realização de colheitas de sangue e as dificuldades atualmente sentidas ao nível dos recursos humanos do Instituto Português do Sangue e da Transplantação, I.P. (IPST, I.P.).Atendendo aos vários cancelamentos de colheitas de sangue que se têm verificado em diferentes pontos do país, a FEPODABES entendeu apresentar ao Ministério da Saúde e ao IPST, I.P. uma proposta de colaboração que permita, a curto prazo, minimizar o impacto destas situações na disponibilidade de sangue para os doentes.Entre as medidas sugeridas, foi equacionada a possibilidade de, relativamente ao profissional afeto à zona da pequena refeição dos dadores, ser implementado, nos postos fixos dos Centros de Sangue e da Transplantação e em alguns postos avançados, um sistema de self-service. Em alternativa, poderia ser solicitado o apoio de elementos das Associações de Dadores de Sangue para colaborar nesse acompanhamento, sempre sob orientação e enquadramento do IPST, I.P.Na sequência desta proposta, o IPST, I.P. solicitou uma reunião de trabalho com as duas federações nacionais de dadores de sangue, tendo inclusivamente manifestado a intenção de envolver quatro ou cinco associações de cada federação num eventual projeto-piloto de colaboração.Contudo, após essa reunião, verificamos que subsistem algumas dúvidas e interpretações incorretas relativamente à posição da FEPODABES. Nos últimos dias temos sido abordados por diversas entidades e dirigentes que questionam se esta proposta representa uma posição contra os profissionais do Instituto Português do Sangue e da Transplantação, I.P.A este respeito, queremos afirmar de forma clara e inequívoca que a FEPODABES reconhece e valoriza o trabalho desenvolvido pelos profissionais do IPST, I.P., cuja dedicação tem sido fundamental para o funcionamento do sistema nacional de sangue.Consideramos igualmente que as atuais dificuldades de recursos humanos existentes no IPST, I.P. devem ser resolvidas através do reforço dos seus quadros de pessoal, da valorização dos seus trabalhadores e da contratação de novos profissionais. Esta tem sido, aliás, uma posição que a FEPODABES tem defendido de forma consistente ao longo dos últimos anos junto do Ministério da Saúde, da Assembleia da República e das demais entidades competentes.Lamentamos que alguns responsáveis do movimento associativo não tenham aproveitado as oportunidades que tiveram para defender estas reivindicações estruturais junto dos decisores políticos, optando antes por concentrar as suas intervenções noutras matérias, nomeadamente na solicitação de apoios financeiros.Queremos igualmente esclarecer que não defendemos, nem consideramos aceitável, a substituição permanente de profissionais por voluntários. Essa não é, nem nunca foi, a posição da FEPODABES. No entanto, perante a situação excecional atualmente vivida e tendo como principal preocupação evitar o cancelamento de colheitas de sangue e garantir o abastecimento de componentes sanguíneos aos doentes, entendemos que soluções transitórias e devidamente enquadradas poderão ser ponderadas enquanto não forem implementadas medidas estruturais de reforço dos recursos humanos.Esperamos que este esclarecimento contribua para uma correta compreensão da posição da FEPODABES e para um debate sério, construtivo e responsável, sempre centrado no interesse dos dadores, dos doentes e do Serviço Nacional de Saúde.Com os melhores cumprimentos,A Direção da FEPODABES – Federação Portuguesa de Dadores Benévolos de Sangue