Inquérito
Trabalho realizado pela FEPODABES
SATISFAZ BASTANTE
NÃO SATISFAZ
SATISFAZ
Mensagem

                                                                                                                                                                COMUNICADO

Relativamente ao assunto PLASMA a FEPODABES – Federação Portuguesa de Dadores Benévolos de Sangue emite o seguinte comunicado a fim de esclarecer quaisquer dúvidas sobre o actual momento do aproveitamento do Plasma Nacional:

A partir de agora não pode haver lugar ao desperdício de plasma. O futuro é o de maximizar o seu aproveitamento Os hospitais já vão receber, os primeiros medicamentos derivados do plasma, resultante das dádivas benévolas de sangue colhidas em Portugal, conforme a direcção da FEPODABES teve oportunidade de no dia de ontem verificar nos armazéns da OCTAPHARMA .

Pela primeira vez, depois de um processo longo e difícil, Portugal vai dispor, neste início de 2019, de medicamentos derivados do plasma obtido exclusivamente a partir das dádivas dos portugueses. Significa isto não só uma redução de custos, mas também uma menor dependência do mercado externo em albumina humana, imunoglobulina humana e fator VIII.

Atingimos assim o objectivo final do processo que o Instituto Português do Sangue e da Transplantação (IPST) tinha concluído em Agosto passado com o envio para fraccionamento de 30.000 litros de plasma, encerrando a 1.ª fase do Programa Estratégico Nacional de Fraccionamento do Plasma.

Foi dado mais um passo no aproveitamento do plasma de dadores portugueses e assim cumpre-se o dever. E assim, com um processo que é inovador em Portugal, se responde a credibilidade e ao respeito pela dádiva benévola de sangue, pelo amplo aproveitamento da utilização dessas dádivas, e pelo retorno moral e material deste investimento do Estado.

Só neste procedimento concursal estimamos poupar cerca de dois milhões de euros face aos preços de aquisição dos Acordos Quadro vigentes. E se esta poupança é relevante e assinalável, também o são toda a experiência adquirida e as capacidades postas à prova no IPST, tal como, com toda a certeza, o serão nos hospitais, nossos parceiros neste processo.

O caminho que se iniciou de rigor no aproveitamento do plasma proveniente do sangue doado em Portugal é um caminho de etapas que o simples "estalar dos dedos" não permite percorrer, porque existem requisitos técnicos, regulamentares e logísticos necessários que têm a sua própria velocidade e devem ser cumpridos em permanência.

A partir de agora não pode haver lugar ao desperdício de plasma.

No balanço do deve e haver, conclui-se que valeu a pena, mas, sobretudo, releva-se o inestimável valor moral e ético do aproveitamento da totalidade da dádiva benévola de Sangue.

Assim vimos pela presente solicitar a todos os responsáveis das Associações /Grupos e Núcleos de Dadores de sangue que esclareçam e informem os dadores de Sangue desta boa nova que a todos muito nos orgulha.

Ao vosso dispor , com os melhores Cumprimentos,

O Presidente da Direcção da FEPODABES

Alberto Manuel Gonçalves Mota

   
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